Por que importa

A Copa do Mundo de 2026 é a primeira sediada por três países simultaneamente e a primeira em chão norte-americano em mais de 30 anos. Para o brasileiro que mora nos EUA, há um detalhe que muda tudo: o guia consular inclui as cidades-sede americanas — então serve tanto para quem vai ao jogo quanto para quem hospeda parente vindo do Brasil.

O Ministério das Relações Exteriores publicou o Guia Consular da Torcida Brasileira — Copa do Mundo 2026. O documento está disponível gratuitamente no site do Itamaraty e reúne, num único lugar, todas as informações práticas que um brasileiro precisa antes e durante a viagem para acompanhar a seleção.

O que está no guia

  • Documentação e vistos — exigências específicas para cada um dos três países-sede (EUA, Canadá e México).
  • Regras migratórias — o que esperar na imigração, prazo de permanência autorizada e o que não declarar de forma incorreta.
  • Contatos dos consulados brasileiros nas cidades-sede dos três países.
  • Procedimentos em emergências — perda de passaporte, acidente, hospitalização, prisão.
  • Itens proibidos nos estádios e nas áreas de fan fest oficiais.
  • Fusos horários entre as sedes e dicas de logística para quem vai acompanhar mais de um jogo.
  • Segurança — bairros recomendados, golpes comuns contra turistas e canais oficiais para denúncia.

Por que ele importa mais para quem mora nos EUA

Diferente do torcedor que sai do Brasil, o brasileiro residente nos EUA pode ter parentes chegando do Brasil e precisar orientar quem nunca viajou para o exterior. O guia funciona como manual rápido para essas conversas — especialmente os capítulos sobre o que apresentar na imigração e sobre o que fazer em caso de perda de documento.

Onde baixar

O PDF está hospedado no portal do Itamaraty (gov.br/mre). É gratuito e atualizável — o ministério informou que novas versões serão publicadas conforme se aproximarem os jogos. Recomendamos baixar a versão mais recente sempre antes de viajar.

O que o guia não substitui

Apesar de prático, o guia é um orientador — não substitui o atendimento individual de um consulado em situações específicas. Para casos como dupla cidadania, viagem com criança sem um dos pais, ou ingressos comprados em revenda informal, a consulta direta ao consulado responsável segue sendo o canal oficial.

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